Notícias

 

O Departamento de História, o Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora e a Colecção B apresentam o filme: Os Sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci. Realizado em 2003, centra-se na história de três jovens que acabam por se envolver em jogos psicológicos e sexuais, tendo como pano de fundo a Revolução que ocorria em Paris entre Maio e Junho de 1968. Este é o segundo do Ciclo «Debaixo das pedras da calçada, a praia» e invoca uma das propostas "utópicas" do Maio de 68: a libertação sexual, o amor livre.

Direção: Bernardo Bertolucci | Argumento: Gilbert Adair | Artistas: Eva Green, Louis Garrel, Michael Pitt | Género: drama | Idioma: inglês / francês | Estreia: 2003 | Duração: 114 min. | Entrada livre e gratuita

Outros Cinemas é um projecto da Colecção B, em parceria com o Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora. Conta com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, da Universidade de Évora, da Fundação Eugénio de Almeida, da SOIR Joaquim António de Aguiar e da Câmara Municipal de Évora.
Em 15.05.2018
21:30 | Auditório Soror Mariana | Évora

 

O Centro de Investigação em Ciência Política e a Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora inauguram dia 8 de maio a Exposição: "Maio de 68 na Imprensa Portuguesa". Os acontecimentos de Maio e Junho de 1968 em França têm sido caracterizados como uma revolta espontânea antiautoritária desencadeada por estudantes universitários que deram voz às suas aspirações libertárias e críticas dum modelo civilizacional burguês, consumista e imperialista. Como movimento social, apresentou-se multiforme, plural e descentralizado, ganhando expressão com o apoio de milhões de trabalhadores que recorreram à greve geral.  Apesar da normalização imposta, o Maio de 68 constitui um marco cultural e uma referência que ultrapassou as fronteiras francesas. O estudante universitário emerge como um actor social crítico e interventivo, tal como ocorreria em Portugal na crise académica do ano seguinte. Por outro lado, a experiência de Maio foi vivida também por jovens exilados políticos portugueses e p or emigrantes que viriam a participar, de diferentes modos, na revolução portuguesa. Numa visão mundial, a participação estudantil nos processos de mudança política e social iria ainda marcar as décadas de 1980 e 1990. Curadoria: Paulo E. Guimarães, CICP / ECS – UÉ | Programa de Doutoramento em História Contemporânea | Mestrado em Estudos Históricos Europeus e Africanos 

 

De 08.05.2018 a 08.06.2018
18:00 | Universidade de Évora | Palácio Vimioso | Sala 205

 

Conversa com Álvaro Domingues, a propósito do seu livro: Volta a Portugal. Entrada livre.
Em 08.05.2018
18:00 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio Luís António Verney | Anfiteatro 3

 

 

 

Em 08.05.2018
21:30 | Auditório Soror Mariana | Évora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De 08.05.2018 a 31.05.2018
Auditório Soror Mariana | Évora

Os acontecimentos de Maio e Junho de 1968 em França têm sido caracterizados como uma revolta espontânea antiautoritária desencadeada por estudantes universitários que deram voz às suas aspirações libertárias e críticas dum modelo civilizacional burguês, consumista e imperialista. Como movimento social, apresentou-se multiforme, plural e descentralizado, ganhando expressão com o apoio de milhões de trabalhadores que recorreram à greve geral.  Apesar da normalização imposta, o Maio de 68 constitui um marco cultural e uma referência que ultrapassou as fronteiras francesas. O estudante universitário emerge como um actor social crítico e interventivo, tal como ocorreria em Portugal na crise académica do ano seguinte. Por outro lado, a experiência de Maio foi vivida também por jovens exilados políticos portugueses e por emigrantes que viriam a participar, de diferentes modos, na revolução portuguesa. Numa visão mundial, a participação estudantil nos processos de mudança política e social iria ainda marcar as décadas de 1980 e 1990.

No Cinquentenário do Maio de ’68, a Escola de Ciências Sociais e o Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade de Évora, através do seu programa de doutoramento em História Contemporânea, promove um colóquio destinado a reflectir sobre os intelectuais e os estudantes nos movimentos sociais e políticos.  
Em 17.05.2018
18:00 | 14h00 – 19h00 | dia 17 - Palácio do Vimioso | dia 18 - Colégio do Espírito Santo

 

No próximo dia 26 de Abril vamos falar sobre a pena de morte, passados 150 anos da sua abolição em Portugal, com o Professor Jorge de Oliveira (Departamento de História da Universidade de Évora).
Em 26.04.2018
18:30 | Igreja do Salvador | Évora

 Na véspera de mais um aniversário da Revolução dos Cravos, a nossa opção foi escolher um filme, não integrado nos nossos ciclos de cinema, que invoca directamente a memória do 25 de Abril, visando proporcionar aos jovens um espaço de diálogo ou de debate sobre este marco da nossa história contemporânea.

Ficha técnica | Título: Capitães de Abril | Realização: Maria de Medeiros | Produção: Javier Castro, Concha Díaz, Ricardo Evole | Produção executiva: Alain Peyrollaz | Argumento: Ève Deboise, Maria de Medeiros | Elenco: Stefano Accorsi, Maria de Medeiros, Joaquim de Almeida, Frédéric Pierrot | Género: ficção histórica | Música: António Victorino d'Almeida | Cinematografia: Michel Abramowicz | Edição: Jacques Witta | Lançamento: 21 de abril de 2000 | Idioma: português | Entrada livre e gratuita

Em 24.04.2018
21:30 | Auditório Soror Mariana | Évora

O Centro Interativo​ de Arqueologia está aberto ao público, inaugurado com a Exposição de Fotografia: "Arqueologia com Gente Dentro" da autoria de André Carneiro, Leonor Rocha e Jorge de Oliveira, professores e investigadores da Universidade de Évora. André de Resende dá nome a este espaço dedicado à arqueologia, uma homenagem ao considerado “pai da arqueologia portuguesa”. Ver mais em: http://www.ueline.uevora.pt/Canais/academia/(item)/24642/

 

 
Em 17.04.2018
UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Palácio Vimioso