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O Departamento de História, o Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora e a Colecção B apresentam o filme: Os Sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci. Realizado em 2003, centra-se na história de três jovens que acabam por se envolver em jogos psicológicos e sexuais, tendo como pano de fundo a Revolução que ocorria em Paris entre Maio e Junho de 1968. Este é o segundo do Ciclo «Debaixo das pedras da calçada, a praia» e invoca uma das propostas "utópicas" do Maio de 68: a libertação sexual, o amor livre.

Direção: Bernardo Bertolucci | Argumento: Gilbert Adair | Artistas: Eva Green, Louis Garrel, Michael Pitt | Género: drama | Idioma: inglês / francês | Estreia: 2003 | Duração: 114 min. | Entrada livre e gratuita

Outros Cinemas é um projecto da Colecção B, em parceria com o Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora. Conta com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, da Universidade de Évora, da Fundação Eugénio de Almeida, da SOIR Joaquim António de Aguiar e da Câmara Municipal de Évora.
Em 15.05.2018
21:30 | Auditório Soror Mariana | Évora

 "Impulsiona o teu potencial de empregabilidade"

Sessão de divulgação prática do Programa Erasmus + e das oportunidades de mobilidades (estudo e estágio) nas universidades e nas empresas. Esta acção é promovida pela Universidade de Évora, no âmbito do projeto Consórcio ERASMUS AL SUD - Connecting Regions, Creating Worlds. Informa-se que é necessária INSCRIÇÃO, até ao próximo dia 13 de maio. Enviar mensagem para: mobilidade@scc.uevora.pt.

 

 

 

Em 15.05.2018
14:30 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio Luís António Verney | Anfiteatro 1

 


SINOPSE | A lua sempre esteve presente na nossa vida, nos nossos mitos, nas nossas crenças, no nosso imaginário, no nosso apetite visionário da descoberta do que existe para além de nós. Está aqui tão perto. Tínhamos que lá ir visitá-la. Primeiro nas histórias, nos sonhos, na literatura. O génio do António Gedeão pegou na tradição e tornou um conto muito antigo em poesia. Juntou a poesia à ciência, quis pôr tudo no palco e escreveu a História Breve da Lua. Nós quisemos juntar os actores aos bonecos e fazer uma sentida homenagem a um vulto maior da nossa literatura e partilhá-la com todos.  

FICHA TÉCNICA | autor António Gedeão | encenação Rui Nuno | cenografia e figurinos Helena Calvet | música Vitor Círiaco | interpretação Jorge Baião, Maria Marrafa e Rui Nuno | iluminação e direcção técnica António Rebocho | construção e montagem Paulo Carocho, Tomé Baixinho e Tomé Antas | secretariado Ana Duarte | produção Cláudia Silvano | comunicação Alexandra Mariano e José Neto | fotografia Paulo Nuno Silva | design gráfico Milideias - Rui Belo | agradecimentos Domingos Galésio e António Saias | Classificação etária M/3 | duração 50 |

De 10.05.2018 a 27.05.2018
Teatro Garcia de Resende (Évora)

 

O Centro de Investigação em Ciência Política e a Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora inauguram dia 8 de maio a Exposição: "Maio de 68 na Imprensa Portuguesa". Os acontecimentos de Maio e Junho de 1968 em França têm sido caracterizados como uma revolta espontânea antiautoritária desencadeada por estudantes universitários que deram voz às suas aspirações libertárias e críticas dum modelo civilizacional burguês, consumista e imperialista. Como movimento social, apresentou-se multiforme, plural e descentralizado, ganhando expressão com o apoio de milhões de trabalhadores que recorreram à greve geral.  Apesar da normalização imposta, o Maio de 68 constitui um marco cultural e uma referência que ultrapassou as fronteiras francesas. O estudante universitário emerge como um actor social crítico e interventivo, tal como ocorreria em Portugal na crise académica do ano seguinte. Por outro lado, a experiência de Maio foi vivida também por jovens exilados políticos portugueses e p or emigrantes que viriam a participar, de diferentes modos, na revolução portuguesa. Numa visão mundial, a participação estudantil nos processos de mudança política e social iria ainda marcar as décadas de 1980 e 1990. Curadoria: Paulo E. Guimarães, CICP / ECS – UÉ | Programa de Doutoramento em História Contemporânea | Mestrado em Estudos Históricos Europeus e Africanos 

 

De 08.05.2018 a 08.06.2018
18:00 | Universidade de Évora | Palácio Vimioso | Sala 205

 

 

Esta conferência pretende interrogar a hipertrofia dos estudos sobre a memória, que corresponde a um estado do saber e das sociedades, sobretudo desde os anos de 1980, quando o optimismo se diluiu e o futuro pareceu tornar-se passado. Essa viragem, coetânea de mudanças ao nível das sociedades, requer uma reflexão em torno dos usos do passado, como artefacto do presente (Lowenthal, 1985), sujeitos às relações de forças dentro das sociedades. A actual obsessão do passado é uma resposta substitutiva às urgências do presente ou, mesmo, uma recusa do futuro (Rousso, 1994:280). Pretende interrogar-se a relação com as fontes que falam, que questione a teoria e os métodos, entre a memória e a história oral, numa abordagem em que os saberes de fronteira de várias disciplinas têm de ser convocados. Terreno não pacificado, a memória continua a ser um interessante problema para as ciências sociais. Intensificou-se como objeto de estudo, materializado em formatos de património, no decurso dos anos 1980. Conquanto memórias traumáticas com as dos fascismos e do nazismo pudessem ter sido alvo de um trabalho anterior dos investigadores, e que a memória tenha hoje o estatuto de religião civil do mundo ocidental, o processo de passagem de memória fraca a memória forte não foi imediato (Traverso, 2005:54-59). Quando a topolatria se torna central, por que razões se erguem lugares de memória, ao mesmo tempo que desaparecem os meios de memória? Que dificuldades surgem na criação de lugares de memória de situações conflituais? Como se recorda o trauma e o acontecimento? Quando adquiriu a memória tal centralidade nas Ciências Sociais? Estudamos cada vez mais a memória porque as sociedades se ressentem duma ausência de esperança? Que relação estabelece o presentismo, como denegação do devir, com os usos da memória? Qual a relação entre a experiência e a expectativa, e qual o passado do futuro? Num tempo em que se tornou ecuménico o património, que relação estabelece a memória com ele, entre a beleza do morto e novos caminhos? Qual o papel da cultura na construção de uma força material das ideias? Em processos de exibição e musealização do passado, como lidamos com a memória das ditaduras e os processos de transição para as democracias? Que espaço se consagra ao devir na pesquisa em ciências sociais? Esta conferência resulta do trabalho realizado no seminário com o mesmo nome, no âmbito do Instituto de História Contemporânea e do INET-md (ambos da NOVA FCSH), congregando investigadores juniores e seniores. Beneficia do aprofundamento dos saberes no âmbito de um conjunto de relações internacionais estabelecidas pelos investigadores. Assim, congrega colegas da Universidade Federá do Ceará e da Red(e) Ibero-Americana Resistência e/y Memória, trazendo até Lisboa investigadores de várias proveniências.

 

De 10.05.2018 a 12.05.2018
NOVA FCSH Faculdade de Ciências Sociais e Humanas | Universidade Nova de Lisboa

 

Entrada livre Lugares limitados
Em 05.05.2018
18:00 | Évora | Palácio D. Manuel

 

Conversa com Álvaro Domingues, a propósito do seu livro: Volta a Portugal. Entrada livre.
Em 08.05.2018
18:00 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio Luís António Verney | Anfiteatro 3

 

 

De 24.05.2018 a 25.05.2018
Salas 124, 131, 242 | Colégio do Espírito Santo - Universidade de Évora

 

 

De 29.05.2018 a 30.05.2018
UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio do Espírito Santo | Sala 131