Notícias

 

De 21.09.2018 a 22.09.2018
Mosteiro de S. Bento de Cástris | Évora

 

 

Em 19.09.2018
09:00 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio do Espírito Santo | Auditório

 

 

Em 17.09.2018
17:30 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio do Espírito Santo

 

 

De 19.08.2018 a 19.10.2018
Diário de Notícias
Seminar: Self-domestication of Homo sapiens: the construction of a social organism   | Prof. Claudio Tuniz (Centre for Archaeological Science - University of WOLLONGONG - Australia) | Prof. Patrizia Tiberi Vipraio (University of Udine - Italy)
Em 19.09.2018
11:00 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Palácio Vimioso| Sala 111
10h00 - 13h00 | Anfiteatro 131 | Colégio do Espírito Santo  Mesa Redonda: Cidália Duarte (DRCN) Cristina Dias (Lab. Hércules/UÉ) Fernando Florêncio (FCT/Universidade de Coimbra) Gertrudes Branco (DRCC) Rafael Alfenim (DRCAl) Moderadora: Leonor Rocha (ECS/UÉ)   14h30 - 17h00 | Sala 205 | Palácio do Vimioso Apresentação de Estudos de Caso Entrada Livre
Em 01.10.2018
10:30 | UNIVERSIDADE DE ÉVORA | Colégio do Espírito Santo | Sala 131 (manhã) e Palácio do Vimioso | Sala 205 (tarde)

No âmbito da publicação dos novos títulos da Coleção Estudos de Museus e depois do lançamento do décimo primeiro volume no Museu Nacional de Arqueologia, o livro da autoria de Elisabete J. dos Santos Pereira: Colecionismo Arqueológico e Redes de Conhecimento. Atores, Coleções, Objetos (1850-1930), temos o gosto de apresentar esta obra em Évora, em colaboração com a Direção Regional de Cultura do Alentejo. Tendo em conta que esta publicação resulta de uma tese de doutoramento defendida na Universidade de Évora e que o livro valoriza um conjunto de personalidades escassamente tratadas pela historiografia dominante e em parte associadas ao Alentejo, é com especial prazer que se divulga esta apresentação, no próximo dia 18 /07, pelas 17:30, na Galeria da Casa de Burgos, em Évora. O livro será apresentado por Marta Lourenço, investigadora do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Presidente do Comité Internacional de Museus Universitários do ICOM e autora de bibliografia referencial no campo da Museologia.

 

Em 18.07.2018
17:30 | DRCA Direção Regional de Cultura do Alentejo | Casa de Burgos (Évora)

A União Europeia renovou por um período de 4 edições o mestrado ERASMUS MUNDUS ARCHMAT (Arqueologia e Ambiente) liderado pela Universidade de Évora. Nicola Schiavon, diretor do programa de mestrado, considerou esta renovação “um grande êxito” para a Universidade de Évora no âmbito da internacionalização, e o reconhecimento concedido pela União Europeia a um programa de estudos de “excelência internacional”.

Publicado em 05.07.2018

 

Jorge Oliveira é professor no Departamento de História e diretor do Laboratório Pinho Monteiro da UÉ. Responsável pela transição da “arqueologia amadora” para uma “arqueologia profissional” na Universidade de Évora, participou e liderou inúmeras escavações arqueológicas no território alentejano. Através de uma pequena porção de matéria orgânica encontrada pelo arqueólogo na base do Menir da Meada (o mais impressionante monumento megalítico da região de Castelo de Vide, e o maior menir totalmente talhado pelo homem em toda a Península Ibérica), foi possível obter uma datação mais antiga do que era espectável. A comunidade de arqueológos ligados ao neolítico sempre acreditou que o megalitismo funerário (dolmen) era contemporâneo dos menires, porém esta datação, veio revelar que estes eram cerca de dois mil anos mais antigos. Era necessário confirmar esse resultado. Seria apenas um acaso? Jorge Oliveira não hesitou e continuou, como sempre, a dedicar-se à investigação e uma nova escavação efetuada agora ao Menir do Patalou, situado junto a uma estrada que liga Nisa à albufeira de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, revelou essa evidência. Após submeter a matéria orgânica encontrada neste menir por radiocarbono, confirmou-se a evidência: os menires são substancialmente mais antigos do que os dólmenes, revelando-se uma descoberta de interesse internacional. Disponível em: www.ueline.uevora.pt/  
De 28.06.2018 a 31.08.2018

Jorge Oliveira é professor no Departamento de História e diretor do Laboratório Pinho Monteiro da UÉ. Responsável pela transição da “arqueologia amadora” para uma “arqueologia profissional” na Universidade de Évora, participou e liderou inúmeras escavações arqueológicas no território alentejano.  

Publicado em 28.06.2018